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domingo, setembro 22, 2013

Sometimes

As vezes eu fico triste por bobagens. Por coisas insignificantes que significam muito. As vezes eu queria ter o poder de tocar as pessoas e melhorar a vida delas. Queria colocar sorrisos sinceros e felicidade mesmo que por poucos momentos, porque seria utópico demais pedir que fosse por toda uma vida.

As vezes eu só queria conseguir ajudar mais e me ajudar também. Mas acho que eu me ajudaria bastante. As vezes eu queria apenas nascer com esse dom que outros tem de fazer milhares felizes e unir as pessoas. Conhecidas ou estranhas. As vezes eu só fico triste por não conseguir fazer tudo o que posso. Mas as vezes eu fico feliz apenas por... ser feliz, no meu jeito torto.

As vezes eu queria apenas ser outra pessoa, mas sempre, sempre querendo ser eu mesmo.

segunda-feira, julho 30, 2012

Curtindo a vida adoidado

As vezes você simplesmente acorda pensando em fazer alguma coisa diferente. Não rotineira e completamente louca. Talvez não completamente louca, mas tudo depende do ponto de vista de como você leva a sua vida. Não que pelo meu jeito seja algo tão anormal, mas seria diferente e engraçado e interessante.

Eu estava assim hoje. Meu principal pensamento era  ir para a rodoviária, pegar um ônibus sem avisar ninguém e ir para São Paulo bater na casa de algum parente. A graça do ônibus seriam sim as seis horas na estrada. Seis horas olhando o nada e pensando e lendo um livro. Eu preciso terminar de ler tantos livros. Ficar lá ouvindo música e brisando e as vezes eu sinto falta de viajar de ônibus, provavelmente eu já até esqueci a sensação. Levando em consideração que eu sou ansioso e muitas vezes acho que avião demora, ônibus é uma vida e eu poderia fazer muita coisa nessa vida.

Outra graça seria não avisar ninguém. Simplesmente sumir e aparecer. Mas minhas consciência ainda funciona e eu pensava em no minimo avisar meus pais. Algo que tiraria toda a magia de literalmente fugir em uma segunda-feira preguiçosa, e não ter exatamente data para voltar, apesar de ir para um lugar seguro. Longe, mas seguro.

Eu sorri o caminho inteiro imaginando essa fuga e tudo o que eu faria. Ou não faria, porque São Paulo me é um ótimo lugar para não fazer nada.

Viajar. Assim do nada e pro nada. Um dia eu ainda farei isso. Uma dia que eu consiga ser menos responsável. Ou menos preocupado. Mas sem planejar, porque isso também tiraria a magia.